A história da evolução e o futuro do iPhone

Pedro

Escrito por Pedro

6 de Setembro, 2025

Evolução do iPhone

Se há coisa que mudou o mundo da tecnologia foi mesmo o iPhone. Nem vale a pena fingir que não foi! Tudo começou em 2007, quando o Steve Jobs, com aquele ar convencido mas visionário, aparece numa keynote a dizer que ia reinventar o telefone… e pá, reinventou mesmo. O primeiro iPhone misturava iPod, telemóvel e browser de internet tudo num só, e só tinha um botão à frente! O resto, como se costuma dizer, é história.

Dos quadradões aos arredondados… e de volta aos quadradões

O primeiro iPhone tinha corpo de alumínio e traseira preta – simples, mas revolucionário para a altura. Depois veio o iPhone 3G e o 3GS, todos em plástico arredondado, já com 3G, GPS e a possibilidade de finalmente filmares vídeos! Não parecia, mas já era evolução a olhos vistos.

Em 2010, o iPhone 4 mudou o jogo: estrutura em aço, vidro à frente e atrás, ecrã Retina (lembra-te da moda dos píxeis que ninguém consegue ver). O iPhone 4S trouxe a Siri, e pronto, nunca mais nos calou! Depois vieram o 5, 5s e 5c: mais alto, leve, cores para todos os gostos, Touch ID para sentires que estavas na Matrix e um simpático 5c em plástico colorido, para quem gostava de fugir ao padrão Apple…

Quando chegou o iPhone 6 (e o Plus!), os ecrãs foram de 4″ para 4.7″ e até 5.5″ — e nunca mais deixámos de andar com tábuas no bolso. Ficaram super arredondados, mas nem tudo eram rosas: bastava sentares-te em cima e aquilo entortava (olá, bendgate!). O iPhone SE apareceu em 2016 para os saudosistas do tamanho mini, mas com motor de corrida lá dentro.

Com o iPhone 7, a Apple faz o inesperado: tchau ao jack para os auscultadores. Oito e X (lê-se “dez”, mas pronto), apostaram no vidro atrás, carregamento wireless e, no X, finalmente desapareceu o botão físico e chegou aquela coisa do Face ID — e o notorious notch!

Daí para a frente foi só acelerar: os Pro e Pro Max a trazerem 3 e 4 câmaras, as margens a sumirem até restar só ecrã, novos acabamentos em titânio (nos mais recentes), o Dynamic Island que até dá gosto ver notificações a dançar lá em cima, e o USB-C que deixou muita gente a chorar pelo Lightning…

Sistemas iOS: de básico a máquina de IA

A cada ano, vinha um iOS novo. O original nem permitia copiar e colar (epa, era outro tempo)… Depois veio App Store no 2, copiar/colar no 3, multitarefa no 4, gravador, Siri, widgets, atualizações de privacidade, widgets a mexer, personalizações e, em 2025, a Apple já vai no iOS 26, com IA que até prevê as tuas respostas nos chats (provavelmente até escreve este artigo sozinha, calma…).

Quem é que dava a cara a cada apresentação de um novo iPhone?

  • O lendário Steve Jobs apresentou do 1º ao 4s. A última keynote dele foi a do 4s, em 2011.
  • O Tim Cook pegou no testemunho desde então, sempre com aquele sorrisinho simpático, e é ele que vemos a abrir o espetáculo. Normalmente junta-se-lhe o Craig Federighi (o dos cabelos prateados), o Phil Schiller, a Jony Ive (voz britânica dos vídeos chiques de design) e outros nomes fortes do universo Apple.

Resumindo em modo timeline (porque isto é muita coisa):

  • 2007 — iPhone clássico, pequeno, só 2G, Steve Jobs.
  • 2008-2009 — 3G/3GS: chegou o plástico e velocidade!
  • 2010 — iPhone 4 e Retina, Steve sempre firme.
  • 2011 — 4S com Siri, despedida de Jobs.
  • 2012 — iPhone 5, maior e mais leve.
  • 2013 — 5s (dourado!) e 5c colorido.
  • 2014 — 6/6 Plus, começaram as “tábuas” e arredondados.
  • 2015-2016 — 6s, SE, 7: Touch ID, sem jack.
  • 2017 — iPhone 8 e iPhone X: tudo vidro, Face ID, notch.
  • 2018-2020 — XS, 11, 12, Pro/Max/Mini, múltiplas câmaras, carregamento wireless e regresso aos cantos quadrados.
  • 2021-2024 — Dynamic Island, conector USB-C, Pro Max que quase já pesa mais que um iPad Mini e acabamentos em titânio top.
  • 2025 — E a saga continua, agora com o iOS 26 e o iPhone 16 cada vez mais fino, refinado e cheio de IA!

O iPhone cresceu, mudou de feitio, voltou a algumas origens, perdeu botões e ganhou câmaras atrás. Mas, acima de tudo, nunca perdeu aquele ar de “olha, é um iPhone” — e isso, seja em que geração for, é magia que continua.

Mas não nos ficamos por aqui!

A Apple vai fazer a sua clássica apresentação já no próximo dia 9 de setembro, e o hype está ao rubro — como sempre. Este ano, além do iPhone 17 “normal”, há vários rumores picantes: uma versão chamada iPhone 17 Air (que se fala que vai ser o smartphone mais fino de sempre da Apple, tipo “wafer de tecnologia” mesmo!), o regresso dos Pro e Pro Max, e novidades de cair o queixo na câmara e na performance — especialmente graças à integração de inteligência artificial “Apple Intelligence” e melhorias de RAM.

Fala-se ainda que o iPhone 17 Air vai mesmo substituir o modelo Plus, vai ser ultra-leve e terá só uma câmara traseira montada numa barra, para um look mais moderno. Os modelos Pro e Pro Max vão contar com chip A19 Pro e até 12GB de RAM, e espera-se que toda a linha venha com ecrã ProMotion (finalmente!). E como se não bastasse, tudo indica que é desta que o SIM físico vai pelo cano, ficando apenas a opção eSIM.

As cores, claro, dão que falar: surgem rumores de novos acabamentos (aquele verde “menta” está mesmo em alta) e as câmaras traseiras podem vir ainda mais potentes. Ah, os preços, naturalmente… também eles cada vez mais Pro: conta com o iPhone 17 a começar na casa dos 999€, o novo Air algures nos 1099€, Pro desde 1299€ e o Pro Max a rondar 1499€, como já é hábito.

Vamos então ter novidades no design, mais músculo na inteligência artificial, melhor câmara e ecrã, e aquele perfume Apple de sempre no lançamento. Por isso, se estás a pensar trocar de telemóvel, não percas o evento — porque este vai ser mais um daqueles momentos “uau!” mesmo ao estilo de Cupertino.

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Autor

  • Amante de tecnologia no geral e de wearables. Viveu o melhor dos dois mundos, do analógico ao digital. A utilização da Apple mudou a sua perspectiva pela tecnologia contudo ainda vive em vários mundos, android, Apple, Windows e Linux.