iPhone 17e e iPad Air M4: a Apple decidiu abrir os cordões à performance!

Escrito por Pedro
4 de Março, 2026

A Apple decidiu não perder tempo em 2026 e, como quem não quer a coisa, lançou uma pequena “bomba” no mercado tecnológico. Se estavas à espera de um evento pomposo com o Tim Cook a subir ao palco, desta vez a marca optou por uma abordagem mais direta, atualizando a sua loja online com dois produtos que prometem dar que falar: o novo iPhone 17e e o iPad Air com o chip M4.
Vamos ser sinceros, a malta já andava a suspirar por novidades, especialmente no que toca a equipamentos que não nos obriguem a vender um rim para os comprar. E parece que a Apple ouviu (pelo menos em parte) as preces dos utilizadores.
iPhone 17e: O novo “entry-level” que de básico tem pouco
O “e” no nome pode sugerir algo mais económico, e embora seja o ponto de entrada na gama atual, o iPhone 17e é tudo menos um brinquedo. Esquece aquela ideia do antigo SE com design datado. Este novo modelo traz o design moderno da linha 17, mas com um foco incrível no custo-benefício.
A grande surpresa? O processador. A Apple não poupou e meteu-lhe o chip A19, o mesmo que equipa o modelo standard. Isto significa que, em termos de velocidade, não vais sentir qualquer diferença para os irmãos mais velhos. Mas há um detalhe que me saltou logo à vista: a Apple finalmente percebeu que 128GB em 2026 já não chegam para nada. O iPhone 17e começa agora nos 256GB de armazenamento. É um salto gigante e muito bem-vindo, especialmente para quem gosta de ter centenas de apps e vídeos em 4K guardados.
Além disso, temos o Ceramic Shield 2, que promete ser ainda mais resistente a quedas (embora eu continue a recomendar uma capa, por via das dúvidas), e a introdução oficial do MagSafe nesta gama. É um telemóvel pensado para durar anos, pronto para aguentar todas as funcionalidades da Apple Intelligence que estão a chegar em força.
iPad Air com M4: uma máquina de batalha para as massas
Se o iPhone 17e já impressiona, o novo iPad Air é um verdadeiro “monstro” de produtividade disfarçado de tablet elegante. A grande novidade é, claro, a transição para o chip M4. Se pensarmos que o modelo anterior já era rápido, este novo Air dá um salto de performance de cerca de 30%.
Mas o segredo não está só na velocidade bruta. Para alimentar todas as tarefas de inteligência artificial que a Apple está a promover, este iPad Air vem agora com 12GB de RAM de base. Isto é crucial. Se costumas trabalhar com muitas apps abertas ou edição de imagem pesada, vais notar uma fluidez que antes estava reservada apenas para o modelo Pro.
Mantemos os dois tamanhos – o clássico de 11 polegadas e o generoso de 13 polegadas – o que é ótimo para quem quer um ecrã grande sem ter de pagar o “imposto” do ecrã OLED do iPad Pro. Continua a ser compatível com o Apple Pencil Pro e com o Magic Keyboard, tornando-se, para mim, a escolha mais lógica para 90% dos estudantes e profissionais criativos neste momento.
Vale a pena ponderar estas atualizações?
Esta é sempre a pergunta de um milhão de euros. Se tens um iPhone de há três ou quatro anos, o salto para o 17e vai parecer-te passar de um Fiat 500 para um Ferrari, mantendo um tamanho compacto e um preço “suportável”. É a democratização da potência da Apple.
Quanto ao iPad Air, a questão é mais o uso que lhe dás. Se usas o tablet apenas para ver Netflix e ler uns e-mails, o teu modelo antigo ainda serve perfeitamente. Mas se queres começar a usar as novas ferramentas de IA generativa para criar conteúdos, o M4 com 12GB de RAM é, sem dúvida, o futuro. A Apple está a preparar o terreno para um ecossistema onde a inteligência artificial é o centro de tudo, e estes novos dispositivos são as chaves para entrar nesse mundo.

