Prepara a armadura: o filme de Elden Ring já tem data de estreia oficial!

Pedro

Escrito por Pedro

23 de Abril, 2026

O logótipo oficial do videojogo Elden Ring em letras maiúsculas douradas, com uma textura envelhecida e rachada, centralizado num fundo preto profundo. No canto inferior direito, lê-se o pequeno logótipo da Bandai Namco.

Se achavas que derrotar a Malenia no conforto do teu sofá já era um teste à tua sanidade mental, prepara o coração. Depois de meses de rumores que pareciam nunca mais acabar, é oficial: o universo épico de Elden Ring vai mesmo saltar das consolas para o grande ecrã. A FromSoftware e a Bandai Namco decidiram finalmente dar aos fãs o que eles pediam (ou temiam), e a data já está marcada no calendário: 3 de março de 2028.

Um salto das consolas para a Sétima Arte

Não é segredo para ninguém que Elden Ring é um dos maiores fenómenos da história recente dos videojogos. Com a escrita de George R.R. Martin (sim, o senhor de A Guerra dos Tronos) e a direção implacável de Hidetaka Miyazaki, o jogo criou um mundo tão rico e visualmente estonteante que o cinema parecia o passo inevitável.

Mas, sejamos sinceros, adaptar um jogo “Soulsborne” não é tarefa fácil. Como é que se passa a sensação de solidão, mistério e aquela dificuldade brutal para um filme de duas ou três horas? Aparentemente, a produção está a ser tratada com pinças para garantir que o espírito das “Terras Intermédias” (The Lands Between) não se perca numa adaptação genérica de Hollywood.

O que podemos esperar da história?

A grande questão que paira no ar é: quem será o protagonista? No jogo, nós somos o “Maculado” (Tarnished), uma figura sem rosto que moldamos à nossa maneira. No cinema, as coisas precisam de um fio condutor mais concreto. Rumores indicam que o filme poderá focar-se na queda da Ordem Áurea ou nos eventos que levaram à fragmentação do anel, funcionando quase como uma prequela épica.

O que é certo é que o orçamento parece ser astronómico. Para recriar bosses como o General Radahn ou a imponente Árvore Escarlate com o realismo que os fãs exigem, não se pode poupar nos efeitos visuais. Espera-se um espetáculo visual que, no mínimo, nos deixe de queixo caído, mesmo que o argumento decida ser tão enigmático como os diálogos do jogo.

O desafio de adaptar o “impossível”

Hollywood tem um historial… digamos, “misto” no que toca a adaptar videojogos. No entanto, com sucessos recentes como The Last of Us ou Fallout, a maré parece estar a mudar. O segredo aqui será manter a atmosfera sombria e a narrativa ambiental que Miyazaki tanto gosta.

Para os fãs portugueses, a espera ainda vai ser longa. Março de 2028 parece estar a uma eternidade de distância, mas se há coisa que quem joga Elden Ring tem, é paciência (ou resiliência, depois de morrer 50 vezes para o mesmo boss). Até lá, resta-nos polir as nossas habilidades no DLC e especular sobre quem terá a coragem de realizar esta epopeia. Uma coisa é certa: a fila para o cinema vai estar cheia de gente pronta para sofrer… e adorar cada segundo.

Autor

  • Amante de tecnologia no geral e de wearables. Viveu o melhor dos dois mundos, do analógico ao digital. A utilização da Apple mudou a sua perspectiva pela tecnologia contudo ainda vive em vários mundos, android, Apple, Windows e Linux.